Quero Ser Amigo de Deus

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Autor: Pe. Rômulo dos Anjos

Editora: Shalom

Idioma: Português

Dimensões: 15,5 x 21,5cm

Páginas: 232

Acabamento: Brochura.

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O livro fala sobre a importância de dedicar um período de sua vida unicamente para Deus, o Celibato Formativo, e descobrir a vontade Dele e, assim, trilhar o nosso caminho para a felicidade.

Com o auxílio dessa leitura, você vai perceber que o Senhor o convida a dar passos em sua direção, mostrando o que é velho e precisa ser cortado como um galho seco que não está dando frutos. O que precisa ser reordenado e purificado e o que precisa ser amadurecido, para que possa dar frutos bons para o Reino de Deus.

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Trecho do livro

Apresentação

Experiência, eis o maior lastro sobre o qual navega este livro. Experiência de oito anos como Responsável por Discipulado da Comunidade de Vida[1]. Quase uma década a acumular a sabedoria adquirida unicamente na vivência do dia a dia com jovens que se dispõem à maravilhosa experiência espiritual e humana do Celibato Formativo. Experiência de quem tem lutado junto a centenas de jovens e se alegrado com suas vitórias ano após ano.

Experiência, também, com dezenas de jovens que, mesmo não estando no período formativo da Comunidade de Vida, se dispõem concretamente a viver “um tempo” de celibato a fim de deixar-se curar por Deus e de melhor discernir Sua vontade para suas vidas.

Experiência como confessor de centenas de jovens às voltas com o grande desafio de viver a castidade diante de tantos apelos agressivos que nos cercam hoje.

 Finalmente, a experiência pessoal. Como discípulo, Pe. Rômulo dos Anjos viveu em primeira pessoa a libertação de condicionamentos e mentalidades que o Celibato Formativo proporciona a quem o abraça.

A experiência já bastaria. É, afinal, o mais importante para adentrar, entender e direcionar corações jovens na vivência temporária de celibato conhecida como Celibato Formativo.

Porém, há mais. Há a extensa e profunda formação filosófica, antropológica e teológica do autor. Após vários anos de estudos nesses campos na Suíça e uma irrefreável paixão por Santo Agostinho e sua visão do mundo e do homem, Pe. Rômulo tem como somar à experiência de vida base antropológico-teológica irrepreensível.

Só alguém com essa formação e essa vivência aliadas ao fator juventude – Pe. Rômulo dos Anjos é um padre jovem e para os jovens, com quem trabalhou desde sempre – tem como falar aos jovens com sua linguagem, a partir da realidade de seus corações e com a esperança que dá norte às suas vidas.

É com esse lastro invejável que somos convidados a navegar com Pe. Rômulo pelos meandros do Celibato Formativo.

Antes que você me pergunte: chamamos de Celibato Formativo à vivência temporária de um período pré-estabelecido de inteira dedicação a Deus, com todas as nossas potências, todas as nossas forças, toda a nossa vontade, toda nossa inteligência, todo o nosso coração, sem, entretanto, abandonar nossa vida ordinária.

Como é evidente a partir do termo “celibato”, experimenta-se um período inteiramente dedicado ao amor de Deus e a Ele, deixando-se de lado todo relacionamento de namoro e todo apaixonamento. Durante este período “guarda-se” o coração inteiramente para Deus, mergulha-se mais profundamente nos sacramentos, na oração e na Palavra, dedica-se fortemente à evangelização e ao amor puro e desinteressado ao irmão, especialmente àquele que sofre.

O relato de quem abraçou tal experiência – que deve sempre ser acompanhada de perto por acompanhador, formador, sacerdote ou diretor espiritual – é invariável: tempo de desintoxicação da mentalidade do mundo; tempo de cura das paixões desordenadas, da memória, imaginação e afetos; tempo de escuta e discernimento da vontade de Deus para a própria vida; tempo essencial para o discernimento do próprio estado de vida.

O Celibato Formativo é para qualquer um? Corre o risco de “tornar-se um modismo”? Quando e como deve ser feito? Quem é chamado a fazê-lo? A essas e outras perguntas Pe. Rômulo responderá tão logo você vire esta página. De minha parte, reservo-me somente a resposta à segunda pergunta e sobre ela enfatizo com a maior seriedade: Celibato Formativo não é brincadeira passageira. É assunto muito sério, com o qual não se brinca. Celibato Formativo não pode tornar-se modismo de grupinhos imaturos com boa vontade. Celibato Formativo é para violentos de coração, para quem se empenha rumo à santidade, para quem leva a sério sua caminhada para o céu. Celibato Formativo é um movimento do próprio Espírito Santo em nosso coração, uma intervenção divina em nossa história.

Rogo ao Espírito Santo e à sempre Virgem Maria que o acompanhem no itinerário proposto por este livro. E já me alegro pelos frutos abundantes e permanentes que ele dará em sua vida.

Shalom!

Aquiraz, 29 de julho de 2016

(Santa Marta de Betânia)

Maria Emmir Oquendo Nogueira

Formadora Geral

Comunidade Católica Shalom

 

  

Capítulo I

Chamo-vos de amigos

“JÁ NÃO VOS CHAMO SERVOS, porque o servo não sabe o que seu senhor faz; mas eu VOS CHAMO AMIGOS, porque tudo o que ouvi do meu Pai eu vos dei a conhecer.” (Jo 15,15)

Diante dessas palavras do Mestre, podemos compreender que o seu chamado responde às aspirações mais profundas do coração humano, e assim, do discípulo. A dimensão relacional está intimamente inscrita na natureza do homem, toca um aspecto essencial e não acidental. A relação com o infinito revela a natureza do homem, como afirmava o Papa Bento XVI. Cada pessoa traz:

Uma identidade relacional, cujo primeiro dado é a dependência originária e ontológica Daquele que nos quis e nos criou. E no entanto, essa dependência, da qual o homem moderno e contemporâneo tenta se libertar, não só não esconde nem diminui, mas antes revela de modo luminoso a grandeza e a dignidade suprema do homem, chamado à vida para entrar em relação com a Vida mesma, com Deus.[2] 

Toda a pessoa, na sua unidade substancial de corpo e alma, com todo o seu ser tem sede do infinito. Este era o estado em que se encontrava o homem no Paraíso. O homem vivia esta amizade originária, pois desde o princípio Deus estabeleceu o homem nesta Comunhão com Ele, tudo era vivido conforme a Vontade Divina. Era o Paraíso representado pela imagem do jardim do Éden, que significa “delícia”, era um parque de recreação, nos fazendo imaginar um lugar de convívio e justamente de relação. Deus coloca o homem num jardim e lá os dois se encontram “todos os dias”, pois a cada dia deseja estar com ele e manifestar a Sua amizade.

Com o pecado que, na sua essência pode ser compreendido como “errar o alvo”, dá-se início à inimizade no coração humano que se deixou enganar por aquele que é o princípio contrário a todo dom e relação. O desejo do inimigo de Deus era justamente o de conturbar a relação entre Deus e o seu amigo. Introduzindo o pecado no coração do homem e no mundo criado vemos que há um rompimento da amizade originária, que é o fundamento da existência humana. 

Comprometida a relação com Deus, o homem nota que também está comprometida a sua relação com a mulher e com toda a criação. O que era marcado pela lógica do dom passa para a lógica contrária, a do domínio.  Entra a angústia no coração do homem, que passa a ser “inquieto”, pois deseja o infinito, mas agora começa a perder-se no que é finito sem saciar-se plenamente. O pecado, em sua raiz mais profunda, significa justamente que Adão e Eva se afastaram dessa relação constitutiva, pretendendo se colocar no lugar de Deus. Mesmo em meio a esse contexto de dor e sofrimento, permanece no homem o desejo por esse diálogo, marca impressa indelevelmente no coração do homem.

De maneira dramática o homem quer, muitas vezes, eliminar essa dependência – tendência que é fruto do pecado original – pretendendo negar ou rejeitar seu Criador. A partir de então se inaugura uma busca sem fim e, ao mesmo tempo estéril, de “falsos infinitos” que são incapazes de saciar o seu coração. Essa direção errada o leva a buscar saciar sua sede de infinito em coisas passageiras como: “na droga, numa sexualidade vivida de modo desordenado, nas tecnologias totalizantes, no sucesso a qualquer custo, até em formas enganadoras de religiosidade”[3], como afirmou o Papa Emérito Bento XVI.

O ponto fundamental então é abrir-se diante do Infinito que se “fez Carne e veio habitar no meio de nós” (cf. Jo 1,14), assumindo uma forma finita, em vista de manifestar a infinitude do seu Amor e sua Misericórdia. Somente dessa forma, neste Caminho, o homem deixará de errar o alvo que tanto busca e que responde ao desejo mais profundo da sua existência: Deus. Aqui está – nesta única palavra: Deus – todo o anseio do coração, como bem afirmava Santo Agostinho.

O caminho que Ele mesmo nos apresenta para isso é o da Amizade Divina proposta aos seus discípulos, revelando assim a grandeza do chamado que Ele faz aos seus. Um grande padre da Igreja, Santo Irineu, afirma que Deus primeiro atraiu os homens para serem servos, mas logo após liberta os que lhe estavam submissos, pois os torna amigos. Toda a existência do homem está marcada pela gratuidade divina, pois Deus o criou sem ter nenhuma necessidade, mas para, simplesmente, manifestar seus benefícios. A humanidade foi criada porque Deus queria um ser para manifestar as maravilhas da sua misericórdia.

Criou-a e chamou-a não porque necessita do seu serviço, mas unicamente para manifestar sua salvação, pois Deus não precisa do serviço do homem, visto que não lhe acrescenta em nada, mas somos nós que ao segui-Lo e servi-Lo recebemos a vida, a salvação, a eternidade, a sua Amizade e definitivamente a Felicidade que só podemos encontrar na Relação de Amizade com a Trindade.

Com profundidade afirma Santo Irineu:

Se Deus requer o serviço dos homens é porque, sendo bom e misericordioso, deseja conceder os seus dons aos que perseveram no seu serviço. Com efeito, Deus de nada precisa, mas o homem é que precisa da comunhão com Deus.[4] 

A Comunhão com Deus encerra a mais alta dignidade do ser humano, pois este foi criado por e para Ele. Com muita perspicácia nos ensinou São Tomás de Aquino que um ser quanto mais se aproxima do seu princípio, mais pode participar dos seus efeitos, assim, Deus sendo a origem e o fim do homem o chama a estar próximo a Ele, numa intimidade perfeita que faz com que o homem participe dos efeitos sublimes da sua Misericórdia.  

Afirma-nos a sã doutrina por meio do Catecismo que:

A razão mais sublime da dignidade humana consiste na sua vocação à comunhão com Deus. Desde o começo da sua existência, o homem é convidado a dialogar com Deus: pois se existe, é só porque, criado por Deus por amor, é por Ele, e por amor, constantemente conservado: nem pode viver plenamente segundo a verdade, se não reconhecer livremente esse amor e não se entregar ao seu Criador.[5]

 

Trindade Amiga

Deus Uno e Trino, que vive na sua intimidade divina uma Relação de Comunhão original e perfeita - a Amizade – chama o homem a esta Comunhão de Amizade. Fomos criados para sermos amigos de Deus. Isto revela ao homem que todo o seu ser está orientado para Deus e que o fundamento da sua própria vida não se encontra em si mesmo, e nem na criatura, mas de fato, somente na Trindade de Amizade.

O chamado à Amizade Divina está inscrito no mais íntimo da natureza humana e somente nesta descoberta é que o homem encontrará a tranqüilidade da ordem: a Paz[6]. Essa amizade Divina se estabelece, desenvolve e amadurece no relacionamento pessoal com Jesus Cristo, pela via da oração, que para a grande mestra Teresa de Ávila não era outra coisa senão “um trato de amizade com Deus”.[7]

Nesta descoberta, da Face amiga de Deus, nossa existência é libertada de todo tipo de alienação e encontramos aqui o sentido existencial mais profundo que nos capacita à relação profunda com Deus e com os outros, torna-nos livres e plenos, capacitando-nos a viver na lógica de um amor autêntico e de uma oferta feliz.

O Papa Francisco nos fala desta realidade que brota do encontro ou reencontro com Cristo, uma Amizade Feliz:

Somente graças a este encontro – ou reencontro – com o amor de Deus, que se converte em amizade feliz, é que somos resgatados da nossa consciência isolada e da auto-referencialidade. Chegamos a ser plenamente humanos, quando somos mais do que humanos, quando permitimos a Deus que nos conduza para além de nós mesmos a fim de alcançarmos o nosso ser mais verdadeiro.[8]

O Papa Bento XVI também nos lembrou que, somente no caminho de “amizade com Deus”, o homem encontra o modo para vencer a solidão que sofre e pode  estabelecer uma verdadeira e duradoura comunhão com os outros. Esse caminho de amizade é trilhado na oração cotidiana, fiel, que nasce do desejo, que persevera na busca, que se alegra no encontro, se plenifica na união e conduz o homem à verdadeira felicidade.

 

Uma fé de Amizade

No Coração e até mesmo no Centro da Fé, ou seja, no núcleo central da nossa experiência pessoal e comunitária com Deus, está o Mistério da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Este mistério revela-nos um Deus Uno e Trino: Unidade da divindade na Trindade das Pessoas. Portanto, fica-nos claro que Deus não é solitário, mas Relação. Sendo um dos atributos divinos a Perfeição, então esta Relação intra-trinitária é perfeita. Deus na sua Comunhão manifesta a sua plena manifestação de perfeição.

Se nos perguntarmos então: o que expressa melhor esta perfeição que caracteriza a Trindade? Certamente poderíamos abrir uma questão teológica e encontrar várias possibilidades de resposta, entretanto acredito que uma delas é a Amizade, que, de maneira particular, também nos revela a essência de Deus. Deus é Amor que se expressa na Amizade. Originariamente toda pura e autêntica amizade encontra na Trindade sua fonte e modelo, pois essa caracteriza e faz parte da Relação típica do Pai, Filho e Espírito Santo.

Ensina-nos Santo Agostinho que, na Relação Trinitária, o Amor se manifesta na sua plenitude, onde encontramos o Amante (Pai), o Amado (Filho) e o Amor (Espírito Santo). “O amor supõe alguém que ama, o que é amado e o próprio amor.” [9] O Pai é aquele que ama, desta forma é a fonte e o princípio de tudo; o Filho é aquele que é amado e o Espírito Santo é o amor com o qual Eles se amam. A Amizade é expressão deste Amor puro, de forma que o Outro nunca é um meio ou instrumento em vista de si, ou seja, um objeto, mas um Sujeito a quem é destinado o Amor, é o fim do doar-se, do ofertar-se e da própria existência.

Desse modo, originariamente, a Amizade apresenta-se como uma realidade divina, própria da Trindade, pois somente onde está o Amor pode nascer uma amizade verdadeira e pura. Deste modo, Deus Uno e Trino é a fonte, o modelo e o fim de toda experiência de amizade verdadeira.

A Misericórdia amiga

Deus caritas est! Deus é Amor! Na sua essência mais profunda. Podemos fazer todas as afirmações em vista de “salvaguardar” a justa definição de Deus, mas se negamos ou ignoramos esta acabamos por não reconhecer o maior de todos os atributos divinos e o único que pode sintetizar a Verdade mais profunda de Deus. Portanto, declara solenemente o discípulo amado: "Deus é amor." (1 Jo 4,8.16).

Com muita sabedoria o pregador da casa pontifícia, Padre Cantalamessa, nos ensina que somente na Trindade Deus é Amor, pois quando Ele cria o universo (e neste as criaturas livres, dotadas de uma liberdade autêntica), o Amor de Deus passa a ser também Misericórdia, que significa que o Amor deixa de ser simplesmente a natureza divina e se torna também graça divina.[10] 

Afirma Padre Cantalamessa: “Só na Trindade Deus é amor sem ser misericórdia. Que o Pai ame o Filho não é graça ou concessão; é necessidade: Ele precisa amar para existir como Pai. Que o Filho ame o Pai não é misericórdia ou graça; é necessidade, mesmo que liberalíssima: Ele precisa ser amado e amar para ser Filho. O mesmo deve ser dito do Espírito Santo, que é o amor feito pessoa”.[11]

Mesmo o pecado, que é rejeição deste Amor e Misericórdia, não é capaz de mudar a natureza deste amor, mas acaba por provocar “um salto de qualidade: da misericórdia como dom se passa à misericórdia como perdão” . Se o Amor é o fundamento da Relação Intratrinitária, então será este Amor que se torna graça e assim Misericórdia que é o fundamento da Relação divina com a criação e particularmente com cada homem e cada mulher.

Dessa concepção deriva o fato de que a Misericórdia gera em nós a Amizade, pois Deus nunca desiste do homem e sempre quer lhe oferecer a sua graça. Essa doação divina até o sofrimento (Cf. Is 1,2) revela-nos o desejo divino de nos reconciliar com Ele até chegarmos ao ápice da Amizade com Ele. Esta obra divina chega ao seu ponto máximo na Cruz, sua oferta radical de Amor, por meio da qual Ele vence toda inimizade em si mesmo e reconcilia o homem com Deus.

Identidade do discípulo

O apóstolo João é o único que registra no seu Evangelho o dia em que Jesus dá aos seus discípulos a “sua carteira de identidade”: amigos (cf. Jo 15, 15). Na sua vida vemos que para João, em particular, esta realidade é fundamental e fonte da sua profunda alegria. Essa experiência o leva a se definir diversas vezes como “o discípulo amado”. Paulo fará uma experiência semelhante que se torna para ele uma espécie de porto seguro: “ele me amou” (cf. Gal 2,20). A graça faz do inimigo um amigo fiel.

Essa convicção marca a vida desses dois grandes apóstolos e todos os outros, revelando uma relação toda particular entre Jesus e os seus. Era, de fato, nesta relação, nesta comunhão, que se encerrava o chamado e a missão dos discípulos. Nessa dimensão se realizava a mais alta dignidade dos discípulos. Portanto, somente na Communio cum Dei (Comunhão com Deus) se realiza a mais alta dignidade do discípulo. Isto se torna ainda mais claro quando no quarto Evangelho vemos o próprio Jesus ardentemente desejar que os discípulos vivam o “circulo” de Unidade que é próprio da Trindade para que “eles sejam um.” (cf. Jo 17,22).

Diante dessas revelações bíblicas podemos notar o quanto a Amizade Divina revela a identidade daqueles que foram eleitos por Deus. Será esse o itinerário cotidiano de cada um dos discípulos, chamados a crescer cada dia mais nesta Amizade. Assim o próprio Jesus os chama, forma e considera.

O Celibato Formativo é o lugar de aprender a ter-se para assim amar a Deus e o irmão.
Gilmario Duarte

 



[1] Discipulado da Comunidade de Vida – período formativo para membros da Comunidade Shalom que ingressam na Comunidade de Vida.

 [2] PAPA BENTO XVI. Mensagem aos participantes no XXXIII Meeting para a amizade entre os povos, Rimini, 2012, p. 1.

 [3] Ibid, p. 2.

 [4] DE LYON, Irineu. Contra as heresias, Lib 4, 13, 4-14,1: Sch 100, 534.538-54.1.

 [5] CATECISMO da Igreja Católica. Edição Típica Vaticana, 27. Edições Loyola. São Paulo, 2000.

 [6]  Esta é uma expressão de Santo Agostinho que definia a Paz como a tranquilidade da ordem.

 [7]  GARCIA, Maximiliano Herraiz. Oração Historia de Amizade. São Paulo: Edições Loyola., 2001.

 [8]  PAPA FRANCISCO. Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, 8. São Paulo: Paulinas, 2013.

 [9] SANTO AGOSTINHO, A Trindade, VIII, 10, 14, apud CANTALAMESSA, Raniero.. O Canto do Espírito. Petrópolis: Vozes, 1997.        

 [10]  CANTALAMESSA, Raniero. Homilia da Paixão do Senhor. 2016.

 [11] Ibid.

 

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