Irmão de Assis + Bobo de Deus

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O Irmão de Assis:

O novo livro do Cardeal Raniero Cantalamessa chegou ao Brasil. A obra, sobre São Francisco de Assis, foi lançada na Itália em abril deste ano pelas Edições Franciscanas Italianas. Para o Brasil, o livro mantém o prefácio do Papa Francisco e uma carta do cardeal Cantalamessa exclusiva aos leitores brasileiros. 

Como todo lançamento traz algo de inédito, esta obra, em vários aspectos, revela algo novo sobre São Francisco. A começar pelo título: Francisco, o bobo de Deus. O bobo, oito séculos atrás, era um pateta, um malabarista que fazia espetáculos nas ruas, ou seja, um artista bem inferior aos menestréis e trovadores da época. No entanto, ao seguir Francisco, como um pedinte pelas ruas, o narrador deste livro descobriu outro bobo, aquele que é, na verdade, um homem cheio de alegria de Deus, um artista de louvores ao Criador do universo.

A partir deste exercício de compreender o sentido das coisas, que vão revelando certas contradições, temos o subtítulo do livro: Narrado aos jovens por Frei Pacífico, o rei dos versos. Frei Pacífico, o narrador desta obra, era, antes de sua conversão, um trovador, um poeta de elevado escalão, acima dos menestréis e dos bobos. Ficou conhecido como “rei dos versos”. Ao ingressar na vida religiosa, quando é chamado a deixar tudo que o mundo oferece, vemos que Deus se utilizou de seu talento com os versos. “A história de Frei Pacífico nos permite tocar em um ponto nevrálgico”, diz o cardeal. “A sua conversão a Deus não o obrigou a renegar o seu talento musical, mas deu a este um novo horizonte e um outro conteúdo”.

Para além dos títulos, vamos ao enredo, que entrelaça a vida e os ensinamentos de São Francisco com a conversão de um dos seus contemporâneos, o jovem Guilherme de Lasciano, o Frei Pacífico, narrador da obra. Além de sua conversão, que o despojou da carreira de trovador, reconhecido rei dos versos, e o fez um bobo de Deus, Frei Pacífico também fala sobre alegria, amor, amizade, pureza, cuidado com a criação, e sobre a vida nova no poder do Espírito Santo. Confira alguns trechos:

“É a alegria a ter a última palavra, não o sofrimento. Uma alegria aberta à eternidade, mas que começa já nesta vida”.

“Aquilo que impressiona em Francisco - e que constitui um único na história da espiritualidade cristã - é a sua capacidade de encantar-se diante das coisas. É como se o mundo fosse criado naquele momento e ele fosse o primeiro a observá-lo, no lugar de Adão. Olha as criaturas com os olhos arregalados de uma criança que abre seu novo brinquedo, ou observa pela primeira vez, com o nariz grudado na janela, a neve que cai. A comparação com Francisco nos faz entender quanto nós, modernos, nos tornamos ‘desencantados’, incapazes de maravilhar-nos”. 

A partir da narração de Frei Pacífico, o cardeal Cantalamessa faz seus comentários, atualizando a experiência vivida há oito séculos à luz dos desafios na vida de um jovem de hoje.

Francisco, o bobo de Deus:

O Irmão de Assis é uma obra encantadora, que pretende desvelar o mistério de São Francisco, a profundidade de sua vida e sua mensagem de amor. Para quem não conhece o santo, a leitura certamente levará a uma fiel devoção. Para quem já está familiarizado com a vida deste ícone da humanidade, será um grande e edificante prazer revisitar sua espiritualidade.

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